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asdf-vm: Gerenciador de versão extensível com suporte a várias linguagens e ferramentas de desenvolvimento

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Nos dias de hoje é muito comum você ter que lidar com diversas versões de diversas linguagens ao mesmo tempo. Pense comigo, suponha que tenhamos alguns projetos que utilizam as linguagens de programação python, nodejs e golang. Agora suponha que dentre esses projetos eles utilizam versões diferentes para cada linguagem, como exemplo python 3.7.2, python 3.9.0, go 1.15.6, go 1.14.3, node 14.16.0 e node 15.12.0. Já imaginou como seria difícil ter que instalar cada versão da linguagem em seu computador? Com o asdf você vai perceber como isso se torna muito fácil de se gerenciar e o melhor é que ele tem diversos plugins. Com ele você consegue não só instalar linguagens de programação mas também ferramentas de desenvolvimento. Veja alguns exemplo: node.js, python, r, go, ruby, clojure, erlang, dart, java, php, deno, elixir, flutter, dotnet-core, mysql, postgres, mongodb, redis, rabbitmq, elasticsearch, docker-slim, yarn e muitos outros . Instalação A instalação dele é muito simples

Python: Configurando PyCharm para rodar/debugar o projeto com Gunicorn

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 Logo abaixo vou apresentar o passo a passo para poder configurar o projeto no PyCharm para rodar utilizando o Gunicorn , onde você poderá testar/debugar a API em tempo real apontando para o ambiente de development e staging.  1- Primeiro passo devemos clicar na opção de configuração de Run/Debug do PyCharm: 2- Agora com a janela de configuração aberta, iremos adicionar uma nova configuração utilizando o template do Python: 3- Agora é hora de ajustarmos a configuração, veja abaixo os campos que devem ser ajustados:     - Script path: selecione o gunicorn que fica na pasta bin do  virtualenv do seu projeto;     - Parameters: informe os parâmetros que seu projeto necessita para poder rodar com o gunicorn;     - Python interpreter: selecione o python que fica na pasta bin do virtualenv do seu projeto;     - Working directory: selecione o Source Root do seu projeto; 4- Agora você deve selecionar o arquivo com as variáveis de ambiente que seu projeto precisa para poder rodar. Normalme

MongoDB + Docker: Criando uma instância do Mongo com Docker

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Neste tópico será demonstrado o passo a passo para a criação de um contâiner Docker para o banco de dados MongoDB. Mas o que é MongoDB? É um banco de dados opensource, de alta performance e flexível, sendo considerado o principal banco de dados NoSQL. Os banco de dados NoSQL apresentam algumas vantagens sobre os outros tipos, principalmente quando precisamos de escalabilidade, flexibilidade, bom desempenho e facilidade para consultas. Atenção Antes de tudo você deve ter o Docker instalado em seu sistema operacional. Criando o contâiner Para criar o contâiner basta você rodar o comando abaixo em seu terminal: docker run --name mongo -d -p 27017:27017 -p 28017:28017 -e MONGO_INITDB_ROOT_USERNAME=admin -e MONGO_INITDB_ROOT_PASSWORD=mypass mongo:latest O comando acima irá fazer o pull da última imagem docker do MongoDB e logo em seguida irá criar e iniciar o contâiner em seu computador. Caso você queira especificar uma versão do Mongo, basta alterar a palavra  latest  do comando pela vers

GoLang: Comandos básicos para iniciar seu projeto

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Se você é novato na linguagem Go e não sabe como iniciar seu projeto ou se você vem de outra linguagem a qual tem um gerenciamento de módulos, é normal que se pergunte como funciona o gerenciamento de módulos do Go. Para isso vou tentar explicar o passo a passo de como iniciar um projeto Go do zero, assim mostrando os principais comandos. Boa parte desse tutorial foi baseado no vídeo criado pelo Alex Rios. Antes de iniciarmos é obrigatório que você tenha o GoLang instalado em sua máquina. Você pode conferir na documentação oficial ou pode utilizar o GVM (Go Version Manager) para instalar a linguagem em sua máquina. Iniciando 1- O primeiro passo é criar uma pasta onde iremos colocar os arquivos do mini-projeto. Irei criar com o nome go-project . 2- Agora crie um arquivo chamado main.go . Nesse arquivo iremos escrever as primeiras linhas de código Go. 3- Insira o seguinte código em seu arquivo main.go : package main import "log" func main() { log.Printf("%d + %d

Gvm: Gerenciando versões de GoLang

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Se você trabalha com vários projetos Go, já percebeu como é complicado quando os projetos requerem versões diferentes da linguagem. A fim de resolver esse problema surgiu o projeto chamado GVM (Go Version Manager) , onde você pode ter várias versões do Go instalado em sua máquina e quando precisar rodar um projeto em uma versão especifica basta fazer a troca pelo terminal. Instalação em ambiente Linux O processo de instalação é bem simples e você pode conferir na documentação oficial . Resumidamente o comando de instalação é esse: bash < <(curl -s -S -L https://raw.githubusercontent.com/moovweb/gvm/master/binscripts/gvm-installer) Se você estiver usando zsh apenas mude de bash para zsh. Após a instalação No meu caso foi precisa instalar mais um pacote no Ubuntu: sudo apt-get install bison Pronto, agora feche seu terminal, abra novamente e execute o seguinte comando para verificar se o GVM foi instalado corretamente: gvm version Conhecendo a ferramenta O primeiro comando e o mais

Nvm: Gerenciando versões de NodeJs

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Se você trabalha com vários projetos Node, já percebeu como é complicado quando os projetos requerem versões diferentes. Bom, para resolver esse problema existe um projeto chamado NVM (Node Version Manager) , onde você pode ter várias versões do NodeJs instalado em sua máquina e quando precisar rodar um projeto em uma versão especifica basta fazer a troca pelo terminal. Instalação em ambiente Linux e MacOS O processo de instalação é bem simples e você pode conferir na documentação oficial . Resumidamente o comando de instalação é esse: curl -o- https://raw.githubusercontent.com/nvm-sh/nvm/v0.37.2/install.sh | $SHELL Ou via wget: wget -qO- https://raw.githubusercontent.com/nvm-sh/nvm/v0.37.2/install.sh | $SHELL Obs.: Sempre é bom instalar a última versão da ferramenta. Perceba que no link acima está sendo informado a versão 0.37.2, mas você pode conferir aqui qual a última versão do projeto e alterar o comando de instalação. Se você utiliza o ZSH será necessário adicionar o seguinte c

Git: Renomear, desfazer, mesclar, editar ou excluir commits

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Se você sempre quis saber ou se já sabe mais nunca lembra os comandos de como renomear, desfazer, excluir, editar ou mesclar um ou mais commits você chegou no lugar certo. ;) Antes de tudo precisamos saber que com o comando abaixo conseguimos visualizar a hash, mensagem e a ordem que os commits foram feitos: git log --oneline - Renomeando um commit Para mudar a mensagem do último commit, você pode utilizar o --amend: git commit -m "Nova mensagem que vai substituir a anterior" --amend Para mudar a mensagem de um commit específico, você pode usar o rebase interativo: git rebase -i f0b5417~1 Repare no ~1 , isso indica que irá buscar o commit da hash indicada e todos os demais commits a partir dela. Se você não colocar o ~1 o commit da hash pesquisa não irá ser mostrado no editor de texto a ser aberto, apenas os commits a partir dela. Caso você queira buscar os 3 últimos commits: git rebase -i HEAD~3 Seu editor de texto irá iniciar. Troque no texto a palavra

Oh My Zsh: Melhorando a produtividade do seu terminal

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Oh My Zsh é uma estrutura agradável, de código aberto e orientada pela comunidade para gerenciar sua configuração do Zsh (terminal feito para uso iterativo). Ele vem com milhares de funções úteis, ajudantes, plugins, temas e algumas coisas que fazem você gritar...  "Oh My ZSH!" São mais de 250 plugins opcionais para melhorar a usabilidade do terminal e mais de 125 temas. Instalando o ZSH A primeira coisa a se fazer é instalar o ZSH , um framework para o seu terminal que irá deixá-lo mais interativo. Como existem várias formas de instalação dependendo do sistema operacional que você está, leia esse guia de instalação: https://github.com/robbyrussell/oh-my-zsh/wiki/Installing-ZSH Após a instalação do ZSH, você conseguirá ver a sua versão no terminal: zsh --version Instalando o Oh my Zsh Para instalar o Oh My Zsh você precisa executar o comando abaixo: Utilizando o curl sh -c “$(curl -fsSL https://raw.github.com/robbyrussell/oh-my-zsh/master/tools/install.s

CopyQ - Gerenciador de área de transferência

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Muitos de nós já passamos pela situação onde copiamos algo (CTRL + C) e depois perdemos o que copiamos e isso é bem frustante em alguns casos. Para nossa alegria existe ferramentas que salva tudo o que copiamos para assim recuperarmos quando precisarmos. Hoje irei apresentar o CopyQ um cliente disponível para Linux, Windows e Mac. O CopyQ monitora a área de transferência do sistema e salva seu conteúdo em guias personalizadas. A área de transferência salva pode ser posteriormente copiada e colada diretamente em qualquer aplicativo. A sua instalação é bem fácil e os passos a passos você pode ver no site oficial da ferramenta. Após a instalação basta executar a ferramenta e ela passará a salvar tudo o que você copiar. Eu sugiro que você marque a opção auto start , que está nas configurações da ferramenta, para assim sempre que o seu computador ligar a ferramenta já ser executada automaticamente. Outra dica é aumentar a quantidade de items que ela irá salvar. Nas co

Docker: Gerenciar o Docker como um usuário não raiz

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Se você utiliza o Docker em seu Linux e toda vez tem que ficar digitando a senha do super usuário (sudo), hoje vou mostrar como executá-lo sem precisar do sudo. O que iremos fazer é criar um grupo Unix com o nome de docker e adicionar os usuários que terão acesso ao docker sem precisar utilizar o sudo . Para maiores detalhes sobre esse passo a passo, você pode conferir o original na documentação do Docker . 1- Crie o grupo Unix: sudo groupadd docker 2- Adicione os usuários ao grupo: sudo usermod -aG docker $USER Por padrão $USER é o usuário da sua sessão mas se preferir adicionar outro usuário bata subistitui-lo pelo nome do usuário. Para visualizar os usuários do seu sistema, basta digitar users no terminal. 3- Faça logoff ou reinicie seu computador para as configurações serem aplicadas. 4- Para ver se tudo está funcionando corretamente, execute o comando: docker run hello-world Se tudo estiver ocorrido bem, você verá algo parecido com a imagem abaixo:

HTTPie: Uma alternativa amigável ao curl

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HTTPie é um cliente HTTP de linha de comando com uma interface de usuário intuitiva, suporte a JSON, destaque de sintaxe, downloads semelhantes a wget, plug-ins e muito mais. Seu objetivo é tornar a interação da CLI com os serviços da Web o mais amigável possível. Ele fornece um comando http simples que permite o envio de solicitações HTTP arbitrárias usando uma sintaxe simples e natural e exibe saída colorida. O HTTPie pode ser usado para teste, depuração e interação geral com servidores HTTP. O HTTPie consiste em um único comando http projetado para depuração indolor e interação com servidores HTTP, APIs RESTful e serviços da Web, que ele realiza por: - Padrões sensíveis - Sintaxe de comando expressiva e intuitiva - Saída de terminal colorida e formatada - Suporte JSON incorporado - Sessões persistentes - Upload de formulários e arquivos - Suporte a HTTPS, proxies e autenticação - Suporte para dados de solicitação e cabeçalhos arbitrários - Downloads semelhantes ao W